
Marciano Corrêa

Preocupados em propagar o valor da paternidade, e a construção do vínculo paterno, o Instituto Paternidade Responsável levará até as crianças que são atendidas no CAPSi- infantil de Lages, nesta sexta-feira à partir das 14:30h, uma apresentação do teatro de fantoches com o nome "A história de Serena". A peça conta a história de uma garota de nome Serena, que passou 12 anos sem saber quem era o seu pai.
O enredo apresentado até pode ser fictício, mas é a realidade enfrentada por muitos. Quem dá um final para a história são as próprias crianças que são ouvidas após a apresentação da peça teatral.
O Instituto surgiu com o intuito de contribuir socialmente para que as famílias se tornem mais bem estruturadas. Com isso surge a necessidade de evoluir quanto aos métodos aplicados para muitos procedimentos.
Esta inclusão tem efeito quando torna possível ações com participação coletiva, fazendo com que excluídos recuperem sua dignidade através do reconhecimento da paternidade.
Espera-se que, muitas crianças sejam multiplicadores do exercício da paternidade responsável e que na relação familiar haja a predominância do respeito e afeto entre pais e filhos.
Segundo a Presidente do Instituto Paternidade Jaqueline Reche a mobilização da sociedade quanto à importância do programa paternidade, que é difundido também através do teatro, é uma forma de consolidar uma nova cultura em relação à responsabilidade paterna e materna. Sabemos que a participação dos pais na educação dos filhos é fundamental e essencial para inseri-los na sociedade, considerando que é dever da sociedade participar de ações que contribuam para sua inserção no meio social, comenta.
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Marciano Corrêa

Além do trabalho realizado nas escolas através do teatro, palestras e atividades desenvolvidas em empresas , pequenos grupos ou mesmo informativos e cartilhas distribuído pela equipe, o instituto está trabalhando novos meios de divulgação do trabalho baseado na prevenção. Ficou exposto por semanas na esquina do Hotel Lecanard um outdoor (foto) do instituto com o slogan "Ser pai é uma escolha. Ser filho é um direito!"
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Fonte: http://tecnocientista.info/hype.asp?cod=6182
Uma indígena moradora dos Andes, muito cansada chegou ao hospital de Pisco, no Peru com sua pequena e tímida filha, com menos de um metro de altura e um enorme abdômen. Apontando para a criança que estava assustada a mulher implorou para o cirurgião Geraldo Lozada exorcizar os maus espíritos que a haviam possuído. Certo de que a pequena Lina Medina tinha um tumor abdominal, o Dr. Geraldo a examinou e tomou o maior susto de sua vida quando descobriu que ela estava grávida de oito meses.
O Dr. Geraldo a levou para Lima, antes de efetuar qualquer procedimento cirúrgico, para que outros especialistas pudessem confirmar se Lina estava realmente grávida. Um mês e meio depois, em 14 de maio de 1939, ela deu à luz a um menino através de cesárea, que foi necessária devido à pequena pélvis da menina. A cirurgia foi efetuada pelo próprio Dr. Geraldo e Dr. Busalleu, com anestesia realizada pelo Dr. Colretta. O seu caso foi relatado em detalhes pelo Dr. Edmundo Escomel para La Presse Medicale, junto com detalhes adicionais de que sua primeira menstruação havia ocorrido quando ela tinha apenas 8 meses de vida e que ela teve desenvolvimento prematuro dos seios aos quatro anos de idade. Quando completou cinco anos já apresentava alargamento da pélvis e maturação avançada dos ossos.
Seu filho nasceu com 2,7 kg e recebeu o nome Geraldo, em homenagem ao seu médico. O menino foi criado acreditando que Lina seria sua irmã, mas descobriu a verdade quando tinha dez anos de idade. Ele cresceu saudável, mas morreu em 1979 aos 40 anos de uma doença óssea.
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